Ruínas de San Ignacio Mini: O que esperar?

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Na segunda-feira, um pequeno grupo de Loumarianos foi desbravar o interior da Argentina. Esta que vos fala estava entre os aventureiros.

Fomos até as Ruínas de San Ignacio Mini, a pouco mais de 250 km de Foz do Iguaçu, indo para o sul de Misiones, o estado argentino que faz fronteira com o Brasil.

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Ruínas Jesuíticas San Ignacio Mini / Foto: Rafael Guimarães

A primeira coisa que você precisa saber sobre esse passeio é a respeito dos documentos:

Para ir até Puerto Iguazú, você pode cruzar a fronteira com a CNH. Porém, como vamos além, você vai precisar do RG ou do Passaporte. E somente esses documentos são aceitos no caso dessa viagem, além do Permiso, feito e retirado na hora, na própria Aduana Argentina. Lembrando também que, se utilizar o passaporte, terá que carimbar a saída e entrada nas aduanas brasileira e argentina.

A viagem é feita em uma van da empresa Cuenca, parceira da Loumar Turismo na Argentina, e a primeira parada é na cidade de Wanda, onde pudemos conhecer as Minas de pedras preciosas.

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Começo do passeio das Minas de Wanda: conhecendo onde as pedras preciosas estão escondidas! / Foto: Rafael Guimarães

Esse passeio dura cerca de uma hora. E aí vem a segunda dica:

Leve o se dinheiro em pesos argentinos! O ingresso para as minas já está incluso no passeio às Ruínas, porém, para comprar algo para comer ou beber por lá, é melhor já levar na moeda vizinha.

De Wanda até San Ignacio, são (mais ou menos) 2h30 de viagem. O trecho é bonito, com vista para rios pelo caminho. Conforme vamos chegando perto do nosso destino, notamos a mudança nas construções das cidadelas. A parte sul de Misiones é a porção rica do estado, colonizada por suíços e podemos ver a influência dos europeus nas casas.

SAN IGNACIO

É engraçado quando chegamos a cidade de San Ignacio, porque parece não haver nada por lá. Antes de ir às Ruínas, almoçamos um tradicional e delicioso bife de chorizo (mais uma vez: leve pesos! A refeição não está inclusa no passeio).

O passeio das Ruínas começa no Museu, onde ainda há peças da época dos Jesuítas e uma maquete de como era a comunidade. Em seguida, um guia lidera o grupo para ir ver e conhecer o que restou da história jesuítica na cidade (de aproximadamente 5 mil habitante).

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Museu das Missões Jesuíticas em San Ignacio. O acervo, por equanto, está um um outro ambiente, até o Museu ser totalmente revitalizado / Foto: Rafael Guimarães

A pequena trilha já mostra, ao fundo, um grande campo com o restante da Igreja – e já impressiona. Mas, as primeiras explicações são sobre as casas dos guaranis, como viviam e se organizavam na comunidade. Curiosidades interessantes dos anos 1700.

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As antigas casas, muros e demais construções, hoje, estão cercadas por árvores. Uma delas, essa que aparece em destaque na imagem, cresceu ao redor de uma coluna, como se estivesse a engolindo aos pouco / Foto: Rafael Guimarães

Conforme vamos nos aproximando da igreja, vamos nos tornando pequenos e imaginando como eles conseguiam construir aqueles monumentos sem a tecnologia de hoje.

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O que restou da igreja é a ruína mais impressionante e emblemática do passeio / Foto: Rafael Guimarães

Dica: Leve chapéu/boné, água, protetor solar e repelente, além de calçados e roupas confortáveis, já que o passeio é realizado a pé. Por esse mesmo motivo, pessoas com mobilidade reduzida podem não aproveitar o passeio tão bem…

Foram cerca de 45 minutos numa viagem no tempo intrigante! Ficamos com a cabeça longe, tentando projetar como era tudo aquilo. Na época da construção, em 1696, o espaço tinha 18 hectares. Após a expulsão dos jesuítas, a comunidade ficou 130 abandonada. Com isso, muito se perdeu: relíquias e terreno. Hoje, as Ruínas estão em um espaço de 8 hectares.

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Detalhe de uma das construções / Foto: Rafael Guimarães

Depois da excursão, pegamos a van de volta a Foz do Iguaçu, numa viagem de pouco mais de 3 horas de duração, passando novamente pelos rios, por um trecho do Parque Nacional Iguazú e de volta ao presente.

Reserve esse passeio agora mesmo com a Loumar Turismo

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